quarta-feira, 21 de abril de 2010

Pró Mova-Se em Artur Nogueira




Os caminhos da vida são muito interessantes. Num momento nem imaginamos passar por aquele trajeto e no outro estamos no meio dele. Assim estamos nós em Artur Nogueira, conhecíamos a cidade, temos pessoas queridas que moram aqui, mas nunca imaginávamos morar ou trabalhar aqui. agora é nossa realidade!
E como é gostoso sentir as pessoas nos acolhendo com carinho, novos amigos que acrescentam mais aos que estão guardados no coração. Pessoas que desejam sucesso em todos os níveis da vida, seja material, profissional, espiritual e relacional. Pela graça de Deus, temos obtido pleno êxito até aqui!
Mas quero compartilhar a grande descoberta na cidade. Encontramos uma cidade em que as pessoas se preocupam com o bem-estar, com a saúde! Da janela de casa vemos pessoas caminhando no novo calçadão em torno da Lagoa dos Pássaros! É admirável ver que não tem hora!
Nesse contexto estamos contribuindo com a implementação do Grupo Pró Mova - Se. Esse trabalho surgiu no ano de 1988, em Campinas, quando lá trabalhava como professor de Ed. Física. Sempre acreditei que o espaço escolar deve ser vivenciado por toda a família e foi a forma que encontrei de atrair os pais para a escola. De lá pra cá, todos os lugares que moramos, procuramos estender a oportunidade de cuidado da saúde num ambiente de amizade e companheirismo. Hoje quero postar algumas fotos do nosso grupo!! Veja que turma linda e divertida, é só ver a cara de faz de conta de esforço! Tudo blefe!!...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Mulher deve se exercitar 1 hora por dia, diz estudo

Treino de meia hora por dia, como sugerem as atuais recomendações, não evita sobrepeso, mas já beneficia o sistema cardiovascular

JULLIANE SILVEIRA
DA REPORTAGEM LOCAL

Para manter o peso saudável ao longo dos anos, mulheres devem se exercitar ao menos uma hora por dia, de cinco a seis vezes por semana. É o que sugere um estudo divulgado no "Jama" (periódico da Associação Médica Americana), realizado com mais de 34 mil mulheres que foram acompanhadas durante 13 anos. Elas tinham, em média, 54 anos.
As voluntárias foram divididas em três grupos. Em um deles, elas se exercitavam até 30 minutos por dia, cinco vezes por semana. No outro, cerca de uma hora por dia cinco vezes por semana e, no terceiro grupo, praticavam mais de uma hora de atividades com a mesma frequência .
As que ganharam menos peso ao longo dos anos de estudo se exercitaram cerca de 420 minutos semanais -o que representa aproximadamente 60 minutos por dia. Para essa pesquisa, nenhum grupo fez dieta com restrição de calorias.
"Os resultados do estudo mostram que sustentar uma prática de exercícios de aproximadamente 60 minutos por dia é necessário para manter um IMC (índice de massa corporal) normal e prevenir ganho de peso", dizem os pesquisadores no artigo, médicos da Universidade Harvard.
A constatação é diferente das recomendações divulgadas em 2008 pelo American College of Sports Medicine -órgão que emite orientações sobre a prática de atividades, normalmente absorvidas por associações brasileiras. Nas diretrizes, a indicação era a prática de 30 minutos de exercícios moderados ou intensos no mínimo cinco vezes por semana para manter o peso saudável e prevenir doenças crônicas.
No entanto, ao menos para as mulheres de meia-idade, os pesquisadores sugerem que esse programa de treinamento pode não ser suficiente para manter o peso -apesar de trazer benefícios ao sistema cardiovascular e ajudar no combate de problemas metabólicos, como diabetes e colesterol alto.
A partir dos 45 anos, há diminuição na produção dos hormônios, principalmente dos anabólicos, como a testosterona. Com isso, há redução natural da massa muscular, tecido que contribui para o gasto total de energia do organismo.
Com o passar dos anos, a intensidade das atividades diárias também diminui. Logo, mulheres mais velhas deveriam ter gasto calórico formal (na forma de exercícios) maior para compensar essa perda.
"O gasto calórico do exercício propriamente dito é baixo [em relação à ingestão diária de calorias]. Mas ele tem um impacto maior do que isso, pois aumenta a disposição ao longo do dia e eleva a frequência da prática de outras atividades físicas, como uso de escadas e caminhadas no lugar de usar carro, o que gera um gasto calórico total maior ao longo do dia", afirma Paulo Zogaib, fisiologista do exercício do Cemafe (Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte), da Universidade Federal de São Paulo.

Não de uma vez
A orientação dos especialistas, no entanto, é que a mulher busque fazer exercícios em um ritmo e frequência proporcionais ao seu preparo físico.
Se ela é sedentária, por exemplo, deve começar com um programa mais leve, com orientação, e aumentar o tempo e a intensidade conforme adquire condicionamento.
"Como o metabolismo muda com os anos, quando o objetivo da atividade física é manter ou perder peso, aconselho ainda fazer acompanhamento nutricional, para a mulher não se desnutrir ou ter uma alimentação desequilibrada", diz o cardiologista e médico do esporte Carlos Hossri, responsável pelo programa de reabilitação cardiopulmonar e metabólica do HCor (Hospital do Coração).

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Como perder e (atenção!) manter o peso - Veja.com.br

Depois da dieta, vem o maior de todos os desafios: preservar a silhueta
alinhada. O segredo está na eterna vigilância: não descuidar jamais dos
novos hábitos, sem transformá-los, no entanto, em uma camisa de força. Para
quem está em paz com a balança, permitem-se até alguns pecadilhos à mesa

Naiara Magalhães

Istockphoto


Do fim da adolescência até seis meses atrás, a psicóloga gaúcha Daniela Horn Kruel, de 35 anos, lutou contra a balança, naquele infernal emagrece-engorda-emagrece-engorda do efeito sanfona. Ela experimentou todas as dietas da moda - a da laranja, a da lua, a da proteína... Por vezes, segurava a fome até não aguentar mais e, rendida, devorava doces e bebia copos e mais copos de refrigerante. Quando conseguia perder os 5 a 6 quilos que sempre se propunha eliminar, em três meses tinha engordado de novo. Há dois anos, exausta e desiludida, Daniela decidiu tomar um remédio para emagrecer. Perdeu 11 quilos em oito meses. Assim que suspendeu a medicação, no entanto, ganhou 18 quilos. Só então percebeu que, para obter um resultado duradouro, precisaria mudar de hábitos - e perseverar nessa estrada. Daniela ingressou num programa de reeducação alimentar e começou a consumir verduras, frutas e a tomar bastante água. Tudo isso parece básico, mas esses itens simplesmente inexistiam no cardápio da psicóloga. Ela também parou de pular refeições e passou a se alimentar quatro vezes por dia. Hoje, a psicóloga carrega na bolsa damasco e banana seca. Não importa onde esteja - a caminho de uma reunião ou de férias na Bahia -, faz as refeições regularmente e de modo saudável. "Eu viajo três semanas por mês a trabalho e usava essa vida atribulada como desculpa para me alimentar mal. Agora, cumpro todos os meus compromissos sem descuidar da forma física nem da saúde", diz. No começo, abrir mão do croissant no café da manhã do hotel, para ficar com o pãozinho integral, era penoso. Hoje não é mais. "A minha imagem no espelho compensa o sacrifício", afirma. Com 1,64 metro de altura, ela pesa 60 quilos.

Lailson Santos

Elas morrem de inveja dela
A cantora Ana Lys, de 27 anos, alia o privilégio da genética a bons hábitos alimentares e de vida. De manhã, costuma tomar um copo de 350 mililitros de iogurte batido, às vezes com aveia. Em seguida, faz alongamento e meditação. Na hora do almoço, come apenas uma salada (sua preferência é a caprese, lembrança dos tempos em que viveu na Itália). Especialista em pratos italianos e franceses da alta gastronomia (fez um curso na Cordon Bleu, em Paris, entre outros), ela adora cozinhar para a família e os amigos, mas refreia os instintos na hora de comer. Álcool e chocolate, nem pensar. Sua refeição preferida é o jantar (pois é, ela pode), quando se dispõe a degustar uma boa carne ou um prato de massas (dificilmente resiste a um creme de mascarpone na sobremesa, mas a boa genética impede que ele se transforme em pneuzinhos). Ah, sim: antes do jantar, faz pilates e ioga. As medidas da gatíssima Ana Lys são de fazer morrer de inveja as mais cheinhas: 1,72 metro de altura, 48,5 quilos, 58 de cintura e 34 de calça (não, não existe no Brasil)


À primeira vista, o relato de Daniela pode parecer banal. Mas a psicóloga gaúcha pertence ao restrito grupo dos que, além de emagrecer, permanecem magros. Qualquer dieta que siga o princípio básico de levar uma pessoa a ingerir menos calorias do que gasta faz emagrecer. O problema é manter o novo peso por um longo período - de preferência, para o resto da vida. Nas últimas duas décadas, especialistas de diversos centros de pesquisa no mundo têm se dedicado a estudar o que fazem os 20% dos homens e mulheres que, como Daniela, conseguem escapar do famigerado efeito sanfona. A constatação é que os magros para sempre seguem uma rotina férrea.

Maior estudo já realizado sobre o assunto, o "National weight control registry" (NWCR) é uma força-tarefa criada em 1994 por médicos das universidades Brown e do Colorado, nos Estados Unidos. Atualmente, os pesquisadores acompanham 5 000 ex-obesos que perderam, no mínimo, 13 quilos e que preservam o novo peso há pelo menos um ano. Entre os voluntários, encontram-se os mais diversos perfis. Alguns levaram poucos meses para chegar ao peso desejado, outros precisaram de catorze anos para atingir sua meta. Uns encararam a guerra contra a balança sozinhos; outros, com ajuda profissional. Apesar de terem emagrecido de maneiras tão distintas, os participantes do NWCR cultivam as mesmas estratégias para manter o peso. Praticar uma hora de atividade física diariamente, tomar café da manhã todos os dias, fazer a maior parte das refeições em casa, não sair da linha nos fins de semana e pesar-se regularmente são algumas delas (veja o quadro ao lado). "É um esforço e tanto, porque a vida moderna conspira contra os hábitos de vida saudáveis", diz o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente eleito da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade.

Miriam Fichtner
Balança sob controle
Desde a adolescência, a psicóloga Daniela Horn Kruel sofre com as oscilações no peso. Conseguiu vencer o efeito sanfona quando mudou sua rotina. Trocou os doces por saladas e frutas e o refrigerante por água e sucos. Abandonou o sedentarismo e passou a se pesar três vezes por semana. Hoje, aos 35 anos, 1,64 de altura, mantém a balança na marca dos 60 quilos


Quem viaja muito a trabalho, por exemplo, raramente consegue fazer cinco refeições diárias, como preconizam os mandamentos dos bem-sucedidos na manutenção do peso. Acaba beliscando o dia inteiro ou ficando longos períodos em jejum. "Comer a cada três ou quatro horas ajuda a manter o peso porque aumenta a queima calórica dos alimentos", explica o endocrinologista Alfredo Halpern, da Universidade de São Paulo. "Além disso, impede que a grelina, o hormônio do apetite, atinja picos muito altos." Assim, quem come em intervalos menores tende a fazer pratos mais comedidos. E o que dizer de quem costuma marcar reuniões de negócios durante o café da manhã, almoço ou jantar? Os restaurantes, em geral, oferecem opções saborosas, mas muito calóricas - e sobre as quais não se tem nenhum controle. Foi exatamente esse raciocínio que fez mudar de hábitos a promotora Maria Sylvia Barreto, de 50 anos, muito satisfeita com seus atuais 56 quilos. Desde o ano passado, quando decidiu afinar um pouco a silhueta, ela começou a preparar diariamente o próprio almoço e jantar, antes feitos pela empregada. "Por mais que eu a orientasse a usar pouco óleo na comida, ela colocava mais do que o necessário. E vira e mexe tinha pastelzinho, batata frita... Depois de ver pronto, ficava muito difícil resistir", lembra. Hoje, quando Maria Sylvia sai para jantar fora (o que adora fazer), costuma abrir mão do couvert e da sobremesa. Como recompensa, toma uma taça de vinho. A dieta de Maria Sylvia é a mais fácil de ser levada vida afora. Nada é proibido e frequentemente ela se permite pequenos luxos, mas nunca exagera nem come por comer, naquele automatismo típico dos gordos. Afinal de contas, não é preciso devorar o couvert nem pedir sobremesa toda vez que se come fora de casa, não é mesmo?

Sob a lei das compensações
A partir de uma resolução de ano-novo, a empresária Anísia Beber, de 28 anos, parou de fumar, começou a fazer dieta e a praticar exercícios físicos. A mudança de hábitos teve início há um ano. Em seis meses, ela emagreceu 5 quilos e vem mantendo o peso desde então. "Não deixo de comer uns brigadeiros em um aniversário ou de tomar cerveja com os amigos. Mas, quando isso acontece, procuro compensar no dia seguinte, ou comendo menos ou fazendo mais ginástica", diz Anísia, 1,66 metro, 61 quilos Ernani D'Almeida


Um dos fatores fundamentais para a manutenção do peso é a prática regular de exercícios físicos. Durante a fase de perda de peso, para a maioria das pessoas é mais fácil reduzir o número de calorias ingeridas do que queimar o excesso suando na esteira da academia, durante uma ou duas horas. Além disso, quem começa a praticar atividade física para perder peso tende a comer mais, recuperando parte ou mesmo todas as calorias queimadas no exercício. Um estudo publicado em 2009 na revista científica Plos One acompanhou um grupo de 460 mulheres gordinhas, sem o hábito de fazer exercício físico. Divididas em dois grupos, algumas começaram a fazer ginástica e outras se mantiveram sedentárias. Nenhuma delas alterou os hábitos alimentares. Ao final, constatou-se que a perda de peso nos dois grupos fora praticamente a mesma. Na fase da manutenção do peso adequado, a história é outra. A longo prazo, é muito mais difícil cortar calorias no prato do que queimá-las na esteira. Cerca de 90% das pessoas que se livram do efeito sanfona praticam exercícios físicos todos os dias. Os voluntários do estudo americano, por exemplo, veem apenas oito horas, em média, de televisão por semana - contra as 28 horas semanais da média americana. "Essas pessoas não são necessariamente viciadas em ginástica, mas incorporaram a atividade física à sua rotina", diz James Hill, um dos organizadores do NWCR. A chave é encarar a ginástica como um hábito tão imprescindível quanto escovar os dentes ou tomar banho. A vantagem da atividade física é que ela não só queima as calorias necessárias para fechar a operação matemática do dia como tem o efeito de aumentar o metabolismo de repouso até o dia seguinte - quer dizer, ainda que a pessoa faça exercícios em dias alternados, ela ganha um bônus de calorias para consumir no dia sem ginástica.



Lailson Santos

Sem radicalismos
Há um ano, o gerente de auditoria Paulo Henrique Witter, de 38 anos, viu-se 10 quilos acima do peso. Era a terceira vez que engordara além da conta. Nas outras ocasiões, livrou-se dos quilos extras com dietas radicais: chegou a perder 18 quilos em dois meses. Hoje, mantém a dieta equilibrada e uma rotina de exercícios físicos, como o ciclismo. "Mesmo com as festas de fim de ano, perdi 1 quilo e meio", diz


As palavras-chave da manutenção do peso são flexibilidade, compensação e controle. É quase impossível conseguir manter por toda a vida a dieta que fez a pessoa emagrecer. Por isso, está permitido comer o docinho do aniversário do filho, mas está vetado prolongar o cardápio da festa para o resto da semana. Exagerou no bolo? Aumente o tempo dedicado à atividade física no dia seguinte. Segundo a endocrinologista e nutróloga Ellen Simone Paiva, é normal engordar entre 0,5 e 1 quilo no fim de semana. Mas é preciso reverter esse quadro nos cinco dias que se seguem. "Costumo orientar os meus pacientes a se pesar na sexta-feira e no domingo à noite. Se eles chegarem ao fim de semana já acima do peso, não estarão liberados para fazer concessões no sábado e no domingo", diz. Graças à herança genética, uma minoria, menos de 15% das pessoas, pode se dar a luxos maiores. Já foram mapeados pelo menos 200 genes relacionados à obesidade. A probabilidade de uma pessoa engordar depende 50% deles, em média. A cantora paulistana Ana Lys, de 27 anos, 1,72 metro de altura e 48,5 quilos, pertence a esse grupo de afortunados, mas mesmo assim não descuida da alimentação e mantém uma rotina puxada de atividade física. A vida inteira praticou esportes: jogou vôlei durante doze anos e já fez aula de jazz, balé moderno e dança do ventre. Quando morou em Roma durante dois anos, sem tempo para a ginástica, transformou a caminhada em seu meio de locomoção. "Andava 15 quilômetros por dia", conta Ana Lys. "Voltei para o Brasil 5 quilos mais magra." Lembre-se: a manifestação dos genes depende muito dos hábitos de vida.

Ernani D'Almeida

Xô, preguiça
O engenheiro carioca Marcello Caldas, de 28 anos e 1,70 metro de altura, decidiu mudar de vida depois do Carnaval de 2009. Incomodado com a aparência, ele consultou um médico, que lhe receitou: uma dieta de 1 600 calorias diárias e quarenta minutos de exercício aeróbico todos os dias. Em dois meses, perdeu quase 10 dos 72 quilos que pesava. Nos meses seguintes, Marcello adotou uma dieta menos rígida, mas balanceada, e diminuiu a atividade aeróbica, passando a fazer musculação diariamente. Hoje, está com os mesmos 72 quilos iniciais, mas seu porcentual de gordura caiu pela metade, e o corpo ficou mais definido. "Quando você consegue deixar a inércia do sedentarismo, seu organismo entra no ritmo", diz


Além do clássico binômio dieta e atividade física, outros dois fatores têm ganhado relevância na equação da manutenção do peso: sono reparador e controle do stress. Antes alocados numa lista de fatores que influenciam o peso de maneira secundária, o sono e o stress subiram de categoria, ficando apenas um degrau abaixo dos hábitos alimentares e dos exercícios físicos. A ciência já sabe que noites maldormidas levam a um aumento na produção de grelina, o hormônio do apetite, e à redução na síntese de leptina, responsável pela saciedade. Já o stress aumenta a liberação de cortisol, hormônio que contribui para o acúmulo de gordura visceral. A idade também é um elemento importante. Um estudo ainda inédito que mediu o gasto calórico diário de 800 mulheres atendidas no Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que, em repouso, as moças de 30 anos queimam 100 calorias a mais que as de 50. Assim, sem fazer nada. "A conclusão óbvia é que não adianta uma mulher de 50 anos querer ter o mesmo peso de quando tinha 30, se mantiver os mesmos hábitos alimentares e o mesmo padrão de atividade física", diz a endocrinologista Sandra Villares, responsável pelo Laboratório de Estudos Moleculares da Obesidade da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A partir dos 30 anos, com a queda natural no ritmo do metabolismo, mulheres e homens ganham, em média, 4 quilos a cada década. Ou seja, quanto antes ocorrer a perda de peso, mais fácil será manter a silhueta alinhada. E os anos, assim, também serão menos pesados.

Com reportagem de Igor Paulin, de Porto Alegre, Marcelo Bortoloti e Ronaldo Soares, do Rio de Janeiro

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Calculadora de expectativa de vida

Carga genética, dieta, prática de exercícios, o lugar onde você mora e o convívio com pessoas queridas interferem diretamente na longevidade. Mas em que medida cada um desses fatores está ajudando você a viver mais e melhor? Faça a avaliação de expectativa de vida e descubra.

Nesse site vocÊ pode fazer uma avaliação rápida e ter um vislumbre de sua quaqlidade e expectativa de vida!

http://minhavida.uol.com.br/avaliacao/expectativadevida

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Grupo PRO-Mova-se

Você já viu um grupo de pessoas de idades diversas, gordinhos e magrinhos misturados, caminhando ou correndo pelo bairro ao redor do CAC, no início da noite? Esse é o ProMova-se!
ProMova-se é um projeto de atividade física que é oferecido gratuitamente à comunidade pelo Colégio Adventista de Campinas. O grupo se reúne 3 vezes por semana (ver dias e horários abaixo) e está aberto aos interessados em cuidar da saúde.
O objetivo deste projeto é estimular a prática de um estilo de vida saudável, partindo da atividade física e estendendo-se a outros hábitos que promovem a qualidade de vida. Mesmo aqueles que não podem acompanhar o grupo, mas tiveram oportunidade de conhecer suas metas, têm sido beneficiados pelo incentivo à melhora do estilo de vida.
Após a re-inauguração da quadra esportiva do Colégio, em agosto de 2007, o grupo passou a se reunir, contando com a adesão de funcionários do Colégio, pais de alunos e pessoas da comunidade ao redor do Colégio. Às segundas, terças e quintas feiras, das 19h às 20h, são realizadas atividades como alongamento, aquecimento, atividades aeróbicas e ginástica localizada. Ao final de cada encontro o Prof. Walter – diretor do Colégio – reserva mais alguns minutos para dar dicas de como manter hábitos saudáveis.
Além dos benefícios da atividade física e das dicas de saúde, o grupo é uma oportunidade única de convivência social, onde mulheres, homens, adolescentes, idosos, mantém uma convivência agradável em busca de um objetivo comum: a qualidade de vida.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Pro_Mover_Se

Vamos ao que interessa!!